Apagou-se uma das mais cintilantes estrelas da gastronomia mundial. Morreu, aos 53 anos, o cozinheiro catalão Santi Santamaria, um dos maiores chefs da atualidade. Santi estava sentado em uma mesa do seu próprio restaurante em Cingapura, que é dirigido pela filha, quando passou mal. A necropsia ainda não foi feita, mas tudo indica que a causa da morte foi um fulminante ataque cardíaco.
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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Wine Rocks
O casamento entre o vinho e a cultura pop anda mesmo a todo vapor. O cantor e guitarrista Boz Scaggs já montou uma pequena vinícola, bandas como Motörhead e Train lançaram rótulos próprios. Há artistas que leiloam parte da adega, como Andrew Lloyd Webber e, mais recentemente, Chris de Burgh. Sem falar no cineasta Francis Ford Coppola, dono de um autêntico château no coração do vale do Napa, na Califórnia. No Brasil, o locutor Galvão Bueno e o pianista Mu Carvalho são dois exemplos de personalidades que já enveredaram pelos lados da enologia.E nesta semana, mais uma vez o mundo pop atravessou o caminho de Baco.
Michael Diamond, ou, simplesmente, Mike D. (na foto), da banda Beastie Boys, lançou um blog em que faz críticas de vinho, hospedado no site de James Suckling. Enquanto o novo álbum da banda Hot Sauce Committee, Pt. 2 não vem, Mike estreou na nova atividade na última segunda-feira, com um post sobre meia garrafa de um tinto da Borgonha – o Jean-Marc Morey Santenay La Comme Dessus 2006 – cuja nota foi 93 pontos, em uma escala de 100. Segundo Mike, o vinho é “elegante e contido, cheio de fruta madura, notas terrosas, com um quê de ‘funk refinado’”. Ainda de acordo com Mike, o vinho está ‘ready to rock’.
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Michael Diamond, ou, simplesmente, Mike D. (na foto), da banda Beastie Boys, lançou um blog em que faz críticas de vinho, hospedado no site de James Suckling. Enquanto o novo álbum da banda Hot Sauce Committee, Pt. 2 não vem, Mike estreou na nova atividade na última segunda-feira, com um post sobre meia garrafa de um tinto da Borgonha – o Jean-Marc Morey Santenay La Comme Dessus 2006 – cuja nota foi 93 pontos, em uma escala de 100. Segundo Mike, o vinho é “elegante e contido, cheio de fruta madura, notas terrosas, com um quê de ‘funk refinado’”. Ainda de acordo com Mike, o vinho está ‘ready to rock’.
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Aos treinos, companheiros!
Eis aí uma corrida que mesmo o mais preguiçoso dos enófilos gostaria de ganhar: a maratona de Sauternes. O motivo é simples. Os vencedores de cada categoria irão receber, além das tradicionais medalhas e troféus, uma garrafa magnum de Château d’Yquem e o próprio peso em sauternes.
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Entre 'causos' e quibes
Quem nunca parou diante de uma carrocinha de cachorro-quente – com água na boca e morto de fome, e pediu o sanduíche com tudo o que tinha direito, de ervilha a queijo parmesão e batata palha – que atire o primeiro saco de pipoca.
Pois estes trabalhadores, que passam meia vida cozinhando em plena rua, muitas vezes são esquecidos, relegados a segundo plano, tratados como meros camelôs. Injustiça brava. Alguns são chefs de qualidade, verdadeiros artistas da baixa gastronomia, com um vasto repertório de quitutes, salgados e histórias.
E para resgatar algumas destas mis histórias, Sérgio Bloch e Inês Garçoni lançaram o livro Guia Carioca da Gastronomia de Rua (Ed. Arte Ensaio), com fotos de Marcos Pinto, dedicado aos mestres da informal arte de comer na rua, muitas vezes em pé mesmo.
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Pois estes trabalhadores, que passam meia vida cozinhando em plena rua, muitas vezes são esquecidos, relegados a segundo plano, tratados como meros camelôs. Injustiça brava. Alguns são chefs de qualidade, verdadeiros artistas da baixa gastronomia, com um vasto repertório de quitutes, salgados e histórias.
E para resgatar algumas destas mis histórias, Sérgio Bloch e Inês Garçoni lançaram o livro Guia Carioca da Gastronomia de Rua (Ed. Arte Ensaio), com fotos de Marcos Pinto, dedicado aos mestres da informal arte de comer na rua, muitas vezes em pé mesmo.
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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Por uma vida mais doce
Já imaginou chupar um limão e dizer que tem gosto de bala? Ou tomar um gole de vinagre e afirmar que é tão doce quanto suco de maçã? Também tem aqueles que dizem que o queijo de cabra tenha virado cheesecake. Isso tudo sem ingerir nenhum tipo de droga, apenas comendo uma fruta. Obviamente não estamos falando de qualquer fruta, e sim da fruta do milagre (Sideroxylon dulcificum). Uma frutinha pequenininha, menor que uma uva, originaria do oeste da África, mas disponível aqui no Brasil.
A fruta tem pouca quantidade de açúcar e mesmo o seu gosto não é doce. Mas ela possui moléculas ativas de glicoproteína, com algumas cadeias de carboidratos, chamadas miraculina (a provável autora do milagre). Quando a fruta é mastigada essas moléculas se misturam com as papilas gustativas tornando doce, os alimentos ácidos. A causa exata para essa mudança de sabor é desconhecida, mas existe a teoria de que a miraculina atua destorcendo a forma dos receptores de açúcares. É como se a molécula enganasse a percepção do gosto azedo da língua. O efeito dura mais ou menos uma hora.
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A fruta tem pouca quantidade de açúcar e mesmo o seu gosto não é doce. Mas ela possui moléculas ativas de glicoproteína, com algumas cadeias de carboidratos, chamadas miraculina (a provável autora do milagre). Quando a fruta é mastigada essas moléculas se misturam com as papilas gustativas tornando doce, os alimentos ácidos. A causa exata para essa mudança de sabor é desconhecida, mas existe a teoria de que a miraculina atua destorcendo a forma dos receptores de açúcares. É como se a molécula enganasse a percepção do gosto azedo da língua. O efeito dura mais ou menos uma hora.
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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Bill Koch ataca outra vez
Bill Koch, rico executivo de energia na Flórida, Estados Unidos, é colecionador contumaz de vinhos. Dono de uma adega de 40 mil garrafas, avaliada em mais de US$ 12 milhões, Koch, nos últimos anos, tem se dedicado também a outra atividade: combater a falsificação de rótulos raros. Um dos métodos que o executivo encontrou é processar as casas de leilão que vendem vinhos falsos.
Vítima da fúria de Koch, a Zachys, tradicional casa de leilão norte-americana, sofria um processo que se arrastava desde 2007. O motivo: dezenove garrafas de vinho compradas entre 2004 e 2005 por US$ 370 mil, que Koch alegou serem falsas. Nesta semana, Koch e o presidente da Zachys, Jeff Zacharia, chegaram a um acordo. Os termos financeiros do acerto não foram revelados, mas a Zachys aceitou mudar a forma com que os vinhos são descritos nos catálogos da empresa. Em diversas ocasiões, Koch mostrou repúdio à forma com que os vinhos eram anunciados nos avisos de leilões. “Se compramos um vinho que uma casa de leilões vendeu dizendo que era do tempo de Jesus, temos que inspecioná-lo. E se dizemos a eles que se trata de uma falsificação, eles mandam a gente olhar para as letras miúdas atrás do catálogo e dizem que não podemos mesmo confiar em tudo o que vemos, que as coisas são vendidas como elas são. Acho isso extremamente ofensivo, um absurdo”, declarou Koch.
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Vítima da fúria de Koch, a Zachys, tradicional casa de leilão norte-americana, sofria um processo que se arrastava desde 2007. O motivo: dezenove garrafas de vinho compradas entre 2004 e 2005 por US$ 370 mil, que Koch alegou serem falsas. Nesta semana, Koch e o presidente da Zachys, Jeff Zacharia, chegaram a um acordo. Os termos financeiros do acerto não foram revelados, mas a Zachys aceitou mudar a forma com que os vinhos são descritos nos catálogos da empresa. Em diversas ocasiões, Koch mostrou repúdio à forma com que os vinhos eram anunciados nos avisos de leilões. “Se compramos um vinho que uma casa de leilões vendeu dizendo que era do tempo de Jesus, temos que inspecioná-lo. E se dizemos a eles que se trata de uma falsificação, eles mandam a gente olhar para as letras miúdas atrás do catálogo e dizem que não podemos mesmo confiar em tudo o que vemos, que as coisas são vendidas como elas são. Acho isso extremamente ofensivo, um absurdo”, declarou Koch.
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terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Parente é serpente
De um lado, um patriarca de idade avançada e sua nova parceira. Do outro, filhos que trabalham na empresa familiar, à sombra da figura paterna, e esperando o momento de dividirem a herança. Eclodem brigas, intrigas e quedas de braço. Até que o pai expulsa os filhos do conselho da companhia. Roteiro de algum filme ou novelão? Até poderia ser. Mas é realidade e está acontecendo em uma das mais tradicionais vinícolas espanholas: a Bodegas Faustino.
Julio Faustino Martínez, com o devido apoio de Mari Cruz Lizarazu, a nova namorada, iniciou uma sangrenta batalha contra os próprios filhos, Lourdes e Carmen Martínez Zabala, que culminou com a expulsão das filhas do conselho da empresa. E mais demissões ainda podem vir. Especula-se que os dois outros filhos de Julio, José Miguel (CEO da Faustino) e Pilar, que ainda ocupam cargos na empresa, podem ser os próximos a terem as cabeças cortadas pelo patriarca.
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Julio Faustino Martínez, com o devido apoio de Mari Cruz Lizarazu, a nova namorada, iniciou uma sangrenta batalha contra os próprios filhos, Lourdes e Carmen Martínez Zabala, que culminou com a expulsão das filhas do conselho da empresa. E mais demissões ainda podem vir. Especula-se que os dois outros filhos de Julio, José Miguel (CEO da Faustino) e Pilar, que ainda ocupam cargos na empresa, podem ser os próximos a terem as cabeças cortadas pelo patriarca.
Ares irrespiráveis
Yannick Chenet, 43 anos, viticultor francês, morreu no último dia 15 de janeiro, vítima de leucemia. Durante décadas, cultivou vinhas em Poitou-Charentes, no sudoeste da França. Em abril de 2004, o viticultor inadvertidamente respirou vapores nocivos de sua máquina de pulverização agrícola sem uma máscara. Internado, entrou em coma. Desde então, a doença afetou os rins e o sistema nervoso do viticultor, que entrou em coma em várias ocasiões. Chenet foi o primeiro agricultor a ter a morte oficialmente ligada ao uso de pesticidas nas plantações francesas. Cerca de outros 40 agricultores sofrem de males ligados ao uso de produtos químicos.
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Dou-lhe uma...
Todas as mais otimistas previsões foram superadas no leilão realizado em Hong Kong, na China, neste final de semana, quando o compositor Andrew Lloyd Webber leiloou parte de sua coleção de vinhos raros.
Foi arrecadado um total de US$ 5,6 milhões, cerca de R$ 9,5 milhões com a venda de 746 lotes do acervo particular do autor de Cats, Evita e O Fantasma da Ópera, entre outras obras.
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Foi arrecadado um total de US$ 5,6 milhões, cerca de R$ 9,5 milhões com a venda de 746 lotes do acervo particular do autor de Cats, Evita e O Fantasma da Ópera, entre outras obras.
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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
O pior pesadelo
Pode haver coisa pior para um sommelier do que perder o paladar? Pois este pesadelo aconteceu com o uruguaio Charlie Arturaola. E a história é tão inusitada que virou até filme. El Camino del Vino narra a história real do sommelier uruguaio Charlie Arturaola, um dos mais importantes a atuar nos Estados Unidos, e que, no auge da carreira, perdeu o palato enquanto apresentava o prêmio Mendoza's Masters of Food & Wine Awards.
O filme, contado em forma de documentário, será apresentado no Festival de Berlim e conta com a participação de Michel Rolland, Susana Balbo, Jean Bousquet e outros nomes estrelados do mundo vitivinícola.
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O filme, contado em forma de documentário, será apresentado no Festival de Berlim e conta com a participação de Michel Rolland, Susana Balbo, Jean Bousquet e outros nomes estrelados do mundo vitivinícola.
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Scotch em alta
Em visita à destilaria da Chivas Regal em Keith, Nick Clegg, vice primeiro-ministro inglês, elogiou a indústria de uísque da Escócia, que celebrou um aumento nas exportações de 12% nos dez primeiros meses do ano passado.
“As empresas de uísque escocês estão dando grandes passos para explorar novos mercados e novas oportunidades. O governo do Reino Unido seguirá fazendo o possível para ajudá-los. Nós assinamos um acordo com a China no ano passado para garantir que haja uma maior proteção jurídica para o uísque naquele país. Agora, o acesso justo de mercado e da liberalização tarifária em relação à Índia é uma das principais prioridades em 2011”, declarou Clegg.
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“As empresas de uísque escocês estão dando grandes passos para explorar novos mercados e novas oportunidades. O governo do Reino Unido seguirá fazendo o possível para ajudá-los. Nós assinamos um acordo com a China no ano passado para garantir que haja uma maior proteção jurídica para o uísque naquele país. Agora, o acesso justo de mercado e da liberalização tarifária em relação à Índia é uma das principais prioridades em 2011”, declarou Clegg.
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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Perdido no porão
Andreas Neymeyer, um viticultor alemão, encontrou 500 garrafas de vinho do tempo da Segunda Guerra Mundial. O lote foi encontrado pouco antes do Natal, na propriedade da família, no sul da Alemanha.
Em declarações à Agência Reuters, Neymeyer explicou que as garrafas foram encontradas num porão, durante a limpeza de um edifício queimado situado na propriedade.
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Em declarações à Agência Reuters, Neymeyer explicou que as garrafas foram encontradas num porão, durante a limpeza de um edifício queimado situado na propriedade.
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Ele é o tal
A vinícola uruguaia Narbona contratou o consultor francês Michel Rolland para preparar o primeiro vinho de alta gama da casa.
As vinhas para o projeto ficam em Carmelo e são das variedades pinot noir e tannat, além das recém-plantadas syrah e petit verdot.
Os técnicos da empresa do francês, a EnoRolland fará visitas periódicas aos vinhedos da Narbona e trabalharão em conjunto com a enóloga residente da vinícola uruguaia, Valeria Chiola.
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Quando os chefs se encontram
Nesta sexta-feira, dia 21, o Damien Montecer, do Térèze, recebe o Emmanuel Bassoleil, do Unique, de São Paulo, para um jantar a quatro mãos. Os dois chefs prometem aliar a sofisticação do foie gras e do azeite de trufas com a simplicidade da batata baroa e do queijo coalho.
O jantar será harmonizado pela representante comercial da WineBrands, Patrícia Kozmann, que usará vinhos da importadora para acompanhar os pratos.
O preço por pessoa é de R$ 320 e as reservas podem ser feitas pelo telefone 3380-0220.
Abaixo, o menu completo
O jantar será harmonizado pela representante comercial da WineBrands, Patrícia Kozmann, que usará vinhos da importadora para acompanhar os pratos.
O preço por pessoa é de R$ 320 e as reservas podem ser feitas pelo telefone 3380-0220.
Abaixo, o menu completo
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
O novo alcaide
Yiannis Boutaris, veterano viticultor grego, tomou posse como prefeito da cidade grega de Salónica, a segunda maior do país. Aos 69 anos, Boutaris é o primeiro prefeito apoiado pelos socialistas a chegar ao poder em 24 anos.
Em 1997, o viticultor fundou a Kir-Yanni, após sair da Boutari por conta de uma briga com o próprio irmão. Em 2003, Boutaris foi homenageado pela revista Times, por conta de suas contribuições à sociedade grega.
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Em 1997, o viticultor fundou a Kir-Yanni, após sair da Boutari por conta de uma briga com o próprio irmão. Em 2003, Boutaris foi homenageado pela revista Times, por conta de suas contribuições à sociedade grega.
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Eologicamente correto
A Associação de Viticultores Orgânicos da Nova Zelândia (OWNZ) iniciou uma campanha com o objetivo de que, até 2020, pelo menos 20% dos vinhedos do país sejam orgânicos.
A OWNZ reúne 140 produtores adeptos da agricultura orgânica na Nova Zelândia. No ano passado, a associação entrou em contato com a New Zealand Wine Growers (NZW), entidade que defende os interesses dos viticultores do país, para que juntassem forças no incentivo à cultura orgânica.
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A OWNZ reúne 140 produtores adeptos da agricultura orgânica na Nova Zelândia. No ano passado, a associação entrou em contato com a New Zealand Wine Growers (NZW), entidade que defende os interesses dos viticultores do país, para que juntassem forças no incentivo à cultura orgânica.
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Vinho antigo
Uma vinícola com mais de seis mil anos – a mais antiga já encontrada – foi descoberta em um complexo de cavernas nas montanhas da Armênia, por um time internacional de arqueólogos. No lugar, foram encontrados um tonel que serviria para prensar as uvas, jarras usadas na fermentação do mosto e até um cálice primitivo.
Segundo Gregory Areshian, da Universidade da Califórnia, Los Angeles e co-diretor da escavação, embora outras evidências de consumo e fabrico de vinho mais antigos já tenham sido encontrados, este é o mais remoto esboço de uma linha de produção completa já descoberto.
A descoberta foi anunciada hoje pela National Geographic Society e publicada na versão online do Journal of Archaeological Science.
Leia mais em http://www.winereport.com.br/winereports/vinho-antigo/808
Segundo Gregory Areshian, da Universidade da Califórnia, Los Angeles e co-diretor da escavação, embora outras evidências de consumo e fabrico de vinho mais antigos já tenham sido encontrados, este é o mais remoto esboço de uma linha de produção completa já descoberto.
A descoberta foi anunciada hoje pela National Geographic Society e publicada na versão online do Journal of Archaeological Science.
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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
A viagem da madeira
Das florestas da Espanha até a destilaria da Macallan. Esta foi a viagem feita pelo fotógrafo Albert Watson, que fotografou toda o trajeto da madeira usada para edição limitada do Macallan Sherry Oak 20 Years Old.
Durante doze dias, o fotógrafo viajou cerca de 1,1 mil quilômetros, captando imagens para serem usadas como rótulos do uísque. Na edição limitada, cada garrafa virá com uma fotografia de Watson no rótulo, e mais um conjunto de outras dez gravuras da viagem. O preço: 700 libras, o equivalente a R$ 1.835.
Leia mais em http://www.winereport.com.br/winereports/macallan-lanca-edicao-especial-com-rotulos-reproduzindo-fotos-de-albert-watson/801
Durante doze dias, o fotógrafo viajou cerca de 1,1 mil quilômetros, captando imagens para serem usadas como rótulos do uísque. Na edição limitada, cada garrafa virá com uma fotografia de Watson no rótulo, e mais um conjunto de outras dez gravuras da viagem. O preço: 700 libras, o equivalente a R$ 1.835.
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A Penfolds é (RED)
A vinícola australiana Penfolds anunciou a adesão à uma campanha global que visa erradicar a AIDS. A (RED) é um fundo mundial, cuja intenção é trazer o setor privado ao combate da doença, especialmente no continente africano.
Segundo a Penfolds, 15% da venda total das marcas Koonunga Hill e Thomas Hyland, duas das mais populares da vinícola, irão para a (RED).
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
11 motivos para brindar 2011
por Alexandre Lalas
É lugar mais do que comum dizer que espumante rima com réveillon, que o brinde de final de ano merece um champanhe e coisas do gênero. Mas é inevitável. Quando o relógio se aproxima da meia-noite, meio mundo começa a desamarrar o arame e, depois dos fogos de artifício, o barulho que mais se ouve é o espocar das rolhas das garrafas de espumante.
Portanto, segue abaixo mais uma listinha. Desta vez, com onze espumantes, de diferentes origens e preços, para comemorar a passagem de ano. Só não vale sacudir a garrafa e desperdiçar o precioso líquido gasoso que vem dentro da garrafa.
Saúde e feliz 2011 a todos.
Fabian Brut Champenoise NV
Serra Gaúcha, Brasil
Espumante feito pela Fabian, vinícola familiar do Rio Grande do Sul, de excelente relação custo-benefício. No nariz, maçã, frutas secas e um tostado leve. Na boca, é elegante, delicado e fresco.
Nota: 8,5
Preço médio: R$ 40
Onde: Vini Rio
Maximo Boschi Brut Speciale 2006
Vale dos Vinhedos, Brasil
Meu amigo Homero Sodré, quando provou este corte de chardonnay e pinot noir, falou na hora: “este espumante é para iniciados”. Acertou na mosca. Mais do que o descompromissado e delicioso frescor dos espumantes, este aqui aposta em outro caminho: o da estrutura. No mercado nacional, só o 130 da Casa Valduga tem o mesmo estilo. Perlage delicadíssima; nariz rico, com notas de frutas secas, especialmente damasco e abacaxi, e um toque de tostado; na boca, é encorpado, com volume, mas sem perder o frescor que se espera de todos os espumantes. Final longo e com um toque de pão.
Nota: 9
Preço médio: R$ 79
Onde: Confraria Carioca
Vallontano LH Zanini Extra Brut 2008
Vale dos Vinhedos, Brasil
Primeiro espumante produzido através do método tradicional por esta simpática vinícola de artesãos do Rio Grande do Sul. Corte de chardonnay e pinot noir, agrada em cheio. Embora o perlage ainda esteja um tiquinho agressivo, isso não influi em nada a satisfação que o vinho causa. No nariz, frutas cítricas, damasco e uma leve nota de pão. Na boca, frescor é a chave. É leve, delicado e muito gostoso. Daqueles em que a garrafa vai embora sem que ninguém dê conta.
Nota: 8,5
Preço médio: R$ 79,50
Onde: Mistral
Vértice Rose NV
Douro, Portugal
A touriga franca é a base deste espumante rosado bastante interessante feito em Portugal. No nariz, framboesa, morango e cereja. Na boca, é bem cremoso, fresco e fino, com um toque de framboesa no final.
Nota: 8,5
Preço médio: R$ 87
Onde: Adega Alentejana
Jansz Premium Cuvée NV
Tasmânia, Austrália
Nem só de diabos, lagartos estranhos, dragões e demônios esvoaçantes vive a Tasmânia. A região é pródiga em bons vinhos, especialmente, espumantes. Como este aqui, corte de chardonnay e pinot noir, com 2% de pinot meunier. No nariz, morangos, maçã, pêra, nozes e um toque floral. Na boca, é cremoso, fresco e levemente cítrico.
Nota: 8,5
Preço médio: R$ 100
Onde: KMM
Cave Geisse Terroir 2006
Pinto Bandeira, Brasil
Este é um espumante bem tradicional, sempre muito bem feito, feito por um dos grandes craques do ofício, o sempre simpático Mario Geisse. Corte de chardonnay e pinot noir, elegante e fino, com notas de maçã, frutas secas, amêndoas e um leve toque de mel. Na boca, mantém o padrão de fineza, com boa estrutura, equilíbrio preciso e um bom final. Dos melhores do país.
Nota: 9
Preço médio: R$ 105
Onde: Vinícola Geisse
Gramona Imperial Brut Gran Reserva 2005
Penedès, Espanha
Um cava de respeito, de excelente qualidade, desta vinícola-referência da região. Corte de xarel.lo, macabeo e chardonnay; com nariz rico em aromas, com notas de maçã verde, especiarias, frutas secas, brioche e um toque de tostado. Na boca, é cremosa, frutada, com uma acidez perfeita e um final elegante.
Nota: 9
Preço médio: R$ 115
Onde: Casa Flora
Henriot Brut Souverain NV
Champanhe, França
Um dos melhores champanhes de base disponíveis no mercado brasileiro. Nariz delicado e intenso, com notas de mel, frutas secas e brioche. Na boca, é fino, macio e cremoso, com final longo e agradável.
Nota: 9
Preço: R$ 175,07
Onde: Vinci
Ferrari Perlé Brut 2004
Trento, Itália
Este espumante italiano não tem nada a ver com as vermelhas baratinhas de Maranello. Em comum, apenas o nome. O que não impede que este Ferrari aqui tenha lá o seu valor. Na verdade, um baita valor. Às cegas, é difícil não jurar que trata-se de um legítimo champanhe, blanc des blancs, de produtor de respeito. Na verdade, dá de dez em várias champas campeãs de venda por aqui. Delicado e elegante, com notas de avelãs, brioche e damasco seco no nariz. Na boca, fica ainda melhor. É cremoso, fino, fresco, com bom volume e final longo. Uma beleza.
Nota: 9
Preço médio: R$ 199,90
Onde: Decanter
Lanson Rosé Label Brut NV
Champanhe, França
Champanhe de cor salmão bem claro, com aromas de rosas, cereja e um toque de compota. Na boca, é fresco, fino e macio, com um final longo e frutado.
Nota: 9
Preço médio: R$ 200
Onde: Barrinhas
Cuvée William Deutz Millésime Brut 1998
Champanhe, França
Este cuvée não deve nada a nenhum grande champanhe de produtores mais estrelados. Nariz fino, com notas de maçã cozida, damasco seco, brioche, noz moscada. Na boca, é macio, fino, cremoso, delicado, o supra-sumo da elegância. Este champanhe é uma experiência única. Para datas especiais. Saúde.
Nota: 10
Preço médio: R$ 622
Onde: Casa Flora
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